Atenção
  • JUser: :_load: Não foi possível carregar usuário com ID: 997

Viver a sexualidade com HIV/AIDS: dá para ser feliz?

Título: Viver a sexualidade com HIV/AIDS: dá para ser feliz?
Autor(es): Z. V. Bruno and Z. V. Bruno
Ano: 2007
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 18
Número: 1
Páginas: 27-32
Tipo de Artigo: Trabalhos de Congresso
ISSN: 0103-6122
Palavras-chave: sexualidade; moral; culpa; desejo; desempenho; sexuality; moral; guilty; desire; performance
Língua: Portuguese

Resumo: As DST sempre trouxeram, além da sintomatologia orgânica, um forte componente emocional. Embora hoje, a sexualidade seja vista com mais naturalidade e a conotação pejorativa das DST já não seja tão marcante, ainda é difícil falar sobre essas infecções sem constrangimento para o médico e paciente, quanto mais para o companheiro ou companheira. É necessário considerar que a liberalidade das pessoas no que diz respeito à sexualidade, é mais acentuada nos discursos do que nos atos. Parece-nos ser o componente psíquico o de maior importância nas suas repercussões sobre a sexualidade, em especial pela sensação de culpa comumente associada a essas infecções, apresenta baixa autoestima, julga-se impuro, imoral, sujo, enfim, culpado. O prejuízo pode ocorrer em qualquer das fases da resposta sexual; é mais frequente, entretanto, que incida na fase de desejo. Na atualidade, a esses fatores emocionais vem se somar à fobia generalizada do contágio com a AIDS, mais um importante elemento bloqueador do desempenho sexual. ; The STD always brought, besides the organic symptoms, a strong emotional component. Although today the sexuality is seen with more naturalness and the STD pejorative connotation is not significant  as before, it still hard to talk about those infections to the doctor and to patient without been embarrassed, even more to the partner. It is necessary consider that the liberty of the people, when talking about sexuality, is bigger in the discourse than in the acts. It seems to be the psychic component  of more importance in the repercussion of sexuality, especially by the sensation of guilty associated to those infections, people show low esteem, judge themselves impure, immoral, and dirty. The damage can occur in any stage of the sexual answer; frequently, however, appears in the stage of desire. Nowadays, it comes to add to those emotional factors the generalized phobia of getting AIDS, one more important element that blocks the sexual performance.

Entrar