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Sexualidade, afetividade e produtividade na contemporaneidade: algumas reflexões

Título: Sexualidade, afetividade e produtividade na contemporaneidade: algumas reflexões
Autor(es): V. Alves
Ano: 2007
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 18
Número: 2
Páginas: 511-516
Tipo de Artigo: Trabalhos de Congresso
ISSN: 0103-6122
Palavras-chave: sexualidade; afetividade; produtividade; psicanálise; contemporaneidade; sexuality; affectivity; productivity; psychoanalysis; contemporary
Língua: Portuguese

Resumo: Pensar em sexualidade implica pensar nas variadas formas de prazer e na multiplicidade de expressões e vivências que ela possibilita. A sexualidade humana se alimenta do desejo. Se este falta, a satisfação nunca é completa. Além disso, é preciso o outro nos desejar, o que, inevitavelmente, vincula a sexualidade ao afeto, o qual provoca arrepios e dá sentido às experiências sexuais. Por outro lado, a privação afetiva excede os limites naturais da vivência da sexualidade. Importa que as formas de vivê-la façam sentido, porque, assim, o sujeito também se torna mais produtivo. A afetividade se coloca, então, na interface entre a sexualidade e a afetividade, conferindo sentido a ambos. Atendendo ao princípio do prazer, trabalho e sexo emergem como fontes de gratificação. Se vivido com afeto, o bem-estar em um promove bem-estar no outro. Importa, pois, refletir sobre a importância do afeto e seus reflexos na sexualidade e na produtividade. ; Think about sexuality implies to think about the varied forms of pleasure and the multiplicity of expressions and experiences that it makes possible. The human sexuality being if feeds of the desire. If this lack, the satisfaction never is complete.  Moreover, the other in desiring to them, what, inevitably, it ties the sexuality with the affection, which is necessary provokes chills and of the direction to the sexual experiences. On the other hand, the affective privation exceeds the natural limits of the experience of the sexuality. It matters that the forms of living make it sense, because, thus, the citizen also becomes more productive. The affectivity, then, be in the interface between the sexuality and the affectivity, conferring felt to both. Taking care of the beginning of the pleasure, work and sex emerge as gratuity sources. If lived with affection, well-being in one promotes well- being in the other. It matters, therefore, to reflect on the importance of the affection and its consequences in the sexuality and the productivity.

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