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Mudanças provocadas pelo câncer na vida social e sexual do paciente e seu cônjuge

Título: Mudanças provocadas pelo câncer na vida social e sexual do paciente e seu cônjuge
Autor(es): C. A. Dias
Ano: 2006
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 17
Número: 1
Páginas: 25-28
Tipo de Artigo: Trabalhos de Pesquisa
ISSN: 0103-6122
Palavras-chave: câncer; vida conjugal; relação sexual; cancer; conjugal life; sexual relationship
Língua: Portuguese

Resumo: O surgimento do câncer traz muitas mudanças tanto na vida do paciente quanto de seu cônjuge. Sofrerão alterações na rotina familiar, na vida social e consequentemente na vida conjugal, ocorrendo muitas vezes um distanciamento sexual o que justifica a necessidade de novas formas de prazer. Prover meios para que se garanta tal benefício é de suma importância. Nessa situação a força da conjugalidade é o maior bem na vida do casal. O presente trabalho tem como objetivo conhecer o funcionamento da vida social e afetiva dos pacientes com câncer identificando mudanças ocorridas a partir do aparecimento da doença. Para essa investigação, utilizou-se pesquisa de campo mediante entrevistas domiciliares. Para 36% dos entrevistados, a doença promoveu uma maior união do casal, 36% consideram que não houve mudanças no relacionamento; 2l% que piorou, e l7% continuam vivendo bem, mas sem intimidade amorosa. ; Cancer brings many changes to patients' and their partners' lives. There will be problems with their family routines and also with their partners. Sexuality is an important aspect of the quality of life and cancer patients may experience sexual problems. However, they can be helped with sexual issues, for example, opening them up for new ideas or ways of thinking, such as looking for other experiences that they enjoy and how to get more pleasure out of sex. So, this paper has a specific purpose: to know cancer patients and their social and affectionate lives, identifying changes since the beginning of the illness. A case study was done with interviews at patients' homes. 36 percent (36%) confirmed that there were no changes in their lives; 21 percent (21%) said that their lives became worse and l7 percent (l7%) continued living well, but without sexual intimacy.

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