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Interferência no desenvolvimento da sexualidade de mulheres universitárias da área de saúde

 Título: Interferência no desenvolvimento da sexualidade de mulheres universitárias da área de saúde

Autor(es): P. O. Silva, L. C. Lila and P. A. S. S. Valle
Ano: 2016
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 27
Número: 2
Páginas: 17-24
Tipo de Artigo: Trabalhos de Pesquisa
ISSN: 2236-0530
Palavras-chave: universitários; sexualidade; comportamento de risco; university; sexuality; risk behavior
Língua: Portuguese

Resumo: O desenvolvimento sexual da mulher envolve a integração da atividade sexual em uma capacidade para intimidade e envolvimento emocional. Ao ingressarem na universidade, mui¬tos jovens vivenciam novas experiências - entre elas, comportamentos sexuais de risco, mesmo conhecendo métodos contraceptivos. Este estudo objetiva identificar o perfil da população aca¬dêmica feminina, traçando possíveis interferências no desenvolvimento de sua sexualidade. A amostra foi composta por acadêmicas da área de Saúde do Instituto Federal de Educação, Ciên¬cia e Tecnologia (IFRJ) durante a II Feira PET: Sexualidade e Educação Sexual. Para isso, utilizou-se um questionário semiestruturado contendo perguntas sobre hábitos de vida, saúde feminina e satisfação sexual. Representada por 31 alunas, com média de 24,8 anos, a pesquisa revelou que 70,9% têm o álcool como droga de maior consumo e que a iniciação sexual aconteceu entre os 15 e 19 anos; 70,97% têm vida sexual ativa, e somente 29,3% usam preservativos em todas as relações sexuais. A maioria aparenta boa autoestima, mas 22,58% não se sentem atraentes. No quesito satisfação sexual, 74,2% tomam iniciativa para o coito, mas 61,29% afirmam que não ficam excitadas nem têm fantasias sexuais. Apesar disso, 74,2% têm orgasmo e se sentem satisfeitas sexualmente. Mesmo com maior nível de escolaridade, negligenciam o uso do pre¬servativo, quando deveriam conhecer minimamente o assunto e manter hábitos saudáveis, por serem da área da Saúde. Ainda há baixa autoestima entre elas por não se sentirem atraentes. É necessário promover a educação sexual para orientar jovens quanto aos comportamentos de risco, e fundamental trabalhar a autoestima. / The sexual development of women involves the integration of sexual activity in a capacity for intimacy and emotional involvement. To enter the university, many young people experience new expe¬riences. In this context, often begin sexual risk behaviors. Even knowing contraceptive methods, initiate sexual life without protection. This study aims to identify the profile of women's academic population, tracing the possible interference in the development of their sexuality. The sample was composed by aca¬demic health area courses at the Federal Institute of Education, Science and Technology (IFRJ) during the II Fair PET: Sexuality, sexual education. We used a semistructured questionnaire about lifestyle, women's health and sexual satisfaction. We had representation of 31 students, with a mean age of 24.8 years. 70.9% have alcohol as the drug of higher consumption. Sexual initiation occurred between 15 and 19 years. 70.97% are sexually active and only 29.3% use condoms in all sexual relations. Most shows have good self-esteem, but 22.58% did not feel attractive to males. With regard to sexual satisfaction, 74.2% take initiative for intercourse, however, 61.29% claim not to get excited and do not have sexual fantasies. Nonetheless, 74.2% have orgasm and sexual feel satisfied. Even with higher level of education, the youth neglect to use condoms when they should have minimum knowledge on the subject and maintain healthy lifestyle habits, since they have training in health. there is low self-esteem among the young people do not feel sexually attractive. sex education is needed, aimed at guiding young people about the risk behaviors and fundamental work self-esteem.

 

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