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Grupo de mulheres: uma perspectiva feminista na terapia sexual

Título: Grupo de mulheres: uma perspectiva feminista na terapia sexual
Autor(es): T. C. S. Raposo
Ano: 1996
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 7
Número: 1
Páginas: 43-51
Tipo de Artigo: Trabalhos de Atualização e Opinativos
ISSN: 0103-6122
Língua: Portuguese

Resumo: Este texto surgiu com o convite para falar, no V Congresso Brasileiro de Sexualidade sobre “Grandes Modelos em Terapia Sexual”. Com ele, a necessidade de abordar o trabalho de nossa instituição, mas sobretudo tentar levar aos profissionais que trabalham com mulheres um exemplo de como abordar a sexualidade, numa visão de gênero, e caminho de uma construção social feminino/masculino. O NuSS - Núcleo de Saúde e Sexualidade de Brasília - Cidadania e Gênero, surgiu em 1989, a partir da união de mulheres que, atuantes no movimento feminista, em suas áreas de formação, uniram-se, para resgatar uma reflexão sobre as relações de gênero, saúde e sexualidade feminina e direitos reprodutivos. Dente processo nasceu uma ONG - Organização Não Governamental - Feminista. O NuSS integra a Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos, que congrega cerca de 80 ONG’s. Tem ação direta em práticas educativas nos temas relacionados com a saúde e sexualidade femininas, direitos reprodutivos, desenvolvimento de pesquisas a estudos nestes temas. Tem ainda, como objeto de ação, o trabalho junto aos Movimentos Sociais Organizados, Sindicatos, Congresso Nacional e Câmara Legislativa do Distrito Federal. Acreditando que o trabalho feito de maneira multidisciplinar pode gerar crescimento, dentro de uma ação de complementariedade, a equipe do NuSS é formada por 1 antropóloga, 1 médica, 1 jornalista, 1 odontóloga e 2 psicólogas. Atualmente, o NuSS vem desenvolvendo, junto a grupos de mulheres, um trabalho de reflexão acerca da saúde sexual e reprodutiva, bem como um despertar para a cidadania. O trabalho em grupo pode ser visto como uma nova abordagem na terapia sexual, a partir do momento em que se permita a troca e a construção de reflexões cujas vivências individuais adquiram, coletivamente, um novo sentido. Esta perspectiva de trazer para o público o que antes parecia priva- do, não é uma abordagem recente. Ela faz parte da reflexão dos grupos de mulheres iniciada em décadas anteriores a esta em que vivemos. (resumo indisponível, trecho do artigo).

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