Farmacoterapia na disfunção erétil

Título: Farmacoterapia na disfunção erétil
Autor(es): L. O. Torres
Ano: 1992
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 3
Número: 1
Páginas: 39-45
Tipo de Artigo: Opinião
ISSN: 0103-6122
Língua: Portuguese

Resumo: Desde os primórdios da civilização se tem relatos do emprego de drogas na tentativa de se tratar da Disfunção Sexual Masculina (DSM). Nos últimos vinte anos mudanças significantes ocorreram não só no diagnóstico como no tratamento da DSM. Casos de DSM de origem psicogênica ou orgânica “pura” são bastante raros, havendo uma superposição de fatores na maioria dos casos. O conceito anterior de que 95% dos casos de impotência eram de origem psicogênica, hoje não é mais aceito(3). Como durante muito tempo acreditou-se nisso, os medicamentos foram usados de maneira totalmente empírica visando efeitos afrodisíacos muitas vezes baseados apenas em compostos polivitamínicos teoricamente produtores de mais “energia”, ou seja, sem nenhuma confirmação científica, farmacológica. A procura de tratamentos farmacológicos efetivos foi deixada de lado por algum tempo, quando as próteses penianas invadiram o mercado. As razões para isso foram a facilidade de sua implantação, a solução rápida e óbvia para o problema da penetração e a aparência popular positiva da “ereção permanente”. Nos últimos anos, entretanto, retomou-se enorme interesse em vários agentes potencialmente incrementadores da libido e da qualidade das ereções. Infelizmente, até hoje poucos são os estudos científicos randomizados, duplo-cegos, que determinem a real eficácia dessas drogas. Poderíamos dividir o arsenal farmacológico à nossa disposição para o tratamento da DSM em basicamente três grupos: - Drogas de Uso Local; - Drogas Orais; - Drogas Intracavernosas.  (resumo indisponível, trecho do artigo).

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