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Educação sexual - prós e contras

Título: Educação sexual - prós e contras
Autor(es): T. C. P. C. Fagundes
Ano: 1992
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 3
Número: 2
Páginas: 154-158
Tipo de Artigo: Opinião
ISSN: 0103-6122
Língua: Portuguese

Resumo: A sexualidade humana é elemento constitutivo da pessoa, é dimensão e expressão da personalidade. Incluída no mundo sociocultural, vem sofrendo modificações através dos tempos. Toda mulher e todo homem exerce um papel tanto social quanto sexual, inserido na família, no afeto que eterniza a relação entre pessoas e, por conseguinte, entre os indivíduos que fazem parte de uma sociedade. Considerando-a um atributo inerente à pessoa humanas, manifestando se independentemente de qualquer ensinamento, a sexualidade vem ocupando o seu espaço como forma de expressão individual, reconhecida como necessidade intrínseca do ser humano, não importando idade, sexo, religião, espaço geográfico, cultura etc. Sem dúvida, para chegarmos a esse ponto, muito contribuíram as transformações advindas das ocorrências pós Segunda Guerra, eclodidas na década de 60 e em mutação constante até os dias atuais, que tiveram efeito nos papéis sexuais. A educação sexual, neste contexto, poderia parecer, em princípio, uma proposta desnecessária. Isto porque esse tipo de educação vem acontecendo sempre, em todas as sociedades a em todas as épocas, desde quando as atitudes dos pais permeiam o desenvolvimento sexual dos filhos, passando pelas informações precisas sobre as mudanças características do corpo e pelo diálogo entre pais e filhos, até as trocas de experiências afetivas e sinceras entre os componentes de um determinado grupo social. (resumo indisponível, trecho do artigo).

 

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