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Editorial RBSH 26(1) 2015

Título: Editorial RBSH 26(1) 2015
Autor(es): A. C. C. Gonçalves
Ano: 2015
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 26
Número: 1
Páginas: 7-7
Tipo de Artigo: Editorial
ISSN: 2236-0530
Língua: Portuguese

Resumo: A Revista Brasileira de Sexualidade Humana comemora seus 25 anos! Como uma iniciativa da SBRASH a fim de ampliar e divulgar estudos sobre a sexualidade nas suas várias dimensões, sempre contou com os esforços de todos. No início a revista era conduzida pelo nosso querido e saudoso Nelson Vitiello, que convidava os colegas próximos e envolvidos com a SBRASH a escrever textos. Com o tempo a revista foi se atualizando, ampliando as temáticas e seguindo normas acadêmicas mais especificas. Trabalhei ao lado do Vitiello por muito tempo e aos poucos fui me apropriando dessa tarefa, com o apoio dos editores e dos colegas de tantas diretorias que se seguiram. Nos orgulhamos de nosso percurso, mesmo que ele nem sempre tenha sido fácil. Atualmente contamos com alguns periódicos brasileiros e ótimas revistas internacionais que abordam a sexualidade de maneira ampla ou com temática especifica e acreditamos que a RBSH tenha importância crucial nesse panorama. Sendo um trabalho que requer dedicação e cuidado, temos tentado aproximar a revista cada vez mais de padrões internacionais, melhorando sua qualificação. Chegaremos lá. A ótima notícia é que, a cada ano, mais profissionais que não estão diretamente ligados a SBRASH, tem nos enviado seus manuscritos para avaliação e isso demonstra que temos acertado na formatação e publicação dos textos. Esse número apresenta artigos de variadas temáticas. A primeira pesquisa, investiga e discute a prevalência de crenças errôneas sobre Orgasmo feminino em pacientes atendidos nos ambulatórios de ginecologia e urologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco e da clínica Urologia Especializada. O segundo artigo é um estudo descritivo e transversal de uma amostra de pacientes acometidos do Linfoma, investigando o desempenho sexual e avaliando então o impacto da doença na qualidade de vida dos mesmos. Dentre os artigos opinativos e de revisão uma reflexão interessante sobre o uso não recomendado de estimulantes sexuais na população de homens jovens; outro que debate a temática da sexualidade relacionada a pessoas com deficiência intelectual e por fim uma contextualização histórica da homossexualidade e da homofobia no Brasil. Ainda sobre o tema da homoafetividade encontra-se nesse número uma resenha do livro A (des) construção do discurso do corpo homossexual masculino: uma trajetória histórica da naturalização dos dispositivos de poder. Na temática da educação em sexualidade, a revista traz ainda a resenha da dissertação A situação atual da educação/orientação sexual nas escolas do município do Rio de Janeiro: dialogicidade ou mutismo? Ao final uma entrevista com o psicólogo, terapeuta sexual e co-fundador do portal Sexo sem dúvida Marlon Mattedi sobre atendimentos e orientações em sexualidade via internet, um tema bastante atual.

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