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Contribuições a formação de uma identidade travestista

Título: Contribuições a formação de uma identidade travestista
Autor(es): M. F. Friedrich
Ano: 1996
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 7
Número: ned1
Páginas: 61-69
Tipo de Artigo: Edição Especial
ISSN: 0103-6122
Língua: Portuguese

Resumo: A psicanalista francesa Catherine Desprats-Péquignot, em seu livro “A Psicopatologia da Vida Cotidiana”, diz que: “O transexual ocupa um lugar diferente da do travesti, com o qual era confundido no início do século pelo fato de usar roupas do outro sexo. No último, não existe requestionamento subjetivo da anatomia e da identidade feminina ou masculina (embora certos travestis, em virtude da prostituição. cheguem a modificações morfológicas, como os que chegavam do Brasil nos anos 80). No plano individual, na vida cotidiana, a prática do travestismo recobre diversos modos de organização do desejo (fetichismo, exibicionismo, homossexualismo), todos colocando em jogo a relação com a castração e com o falo. A questão dos modos de acesso ao gozo encontra-se em primeiro plano aqui nessa prática que depende da perversão sexual ou de um traço de perversão”. (resumo indisponível, trecho do artigo).

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