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Como é visto o terapeuta sexual?

Título: Como é visto o terapeuta sexual?
Autor(es): F. A. M. Protti, V. G. Silva, O. M. Rodrigues Jr. and K. C. Horpaczky
Ano: 1996
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 7
Número: 1
Páginas: 79-101
Tipo de Artigo: Trabalhos de Pesquisa
ISSN: 0103-6122
Língua: Portuguese

Resumo: Para reconhecer a representação social do terapeuta sexual junto a leigos, os autores obtiveram respostas de 159 universitários a um questionário especialmente desenvolvido. A formação acadêmica para o Terapeuta Sexual foi apontada como sendo a de Psicólogo, secundada pela de Sexólogo, embora no Brasil não exista nenhum curso de graduação em “Sexologia”, área de conhecimento ainda em desenvolvimento a sem reconhecimento de status de ciência, sendo antes reconhecida como área interdisciplinar. Os principais problemas sexuais apontados pelos pesquisadores para serem solucionados pelos Terapeutas Sexuais foram: inibição do desejo, “frigidez”, impotência”, desvios sexuais ansiedades e ejaculação precoce. As atividades principais associadas ao Terapeuta Sexual foram: orientação (84%), “conversa” (75%), psicoterapia (71%), informação (66%), terapia individual (58%), terapia de casal (57%). Foram apontadas como características para o Terapeuta Sexual: inteligente (57%), amigo (56%), sensível (54%), liberal (38%). Ao necessitar de um terapeuta sexual, os pesquisa- dores mostraram preferência por mulheres (69%) e mais velhos (30%). As mulheres tem preferência por terapeutas mulheres, independente de idade. Os homens pesquisados prefeririam o sexo oposto independendo da idade ou mais velhos. Concluem os autores que não existe uma identidade formada e divulgada para o Terapeuta Sexual, o que produz falsas imagens e representações, podendo chegar a denegrir a imagem deste terapeuta. Também pela acepção da formação acadêmica em psicologia para o terapeuta sexual, conduz ao mesmo questionamento, visto que a identidade profissional social do psicólogo também é mal formada, o que trouxe respostas tais quais “conversa” enquanto atividade profissional. Assim fundem-se os papéis de outros profissionais e outros papéis pessoais na visão que o leigo tem do Terapeuta Sexual. ; In order to recognize social representation of the sex therapist among lay people the authors elected answers from 159 college students to a specially developed questionnaire. College graduation to the sex therapist was pointed to be of Psychology, and then Sexology (although in Brazil there is not such graduation). Main sexual problems pointed to be dealt by sex therapists were: inhibition of sexual desire, “frigidity”, “impotence”, sexual deviations, sexual anxiety and premature ejaculation. the main professional activity for the sex therapist were: counseling (84%), “talking” (75%), psychotherapy (71%0); to give information (66%); individual therapy (58%); couple’s therapy (57%0). Professional layout for the sex therapist would include: intelligence (57%c); friendship (56%o)’sensibility (54%0); liberality (38%). If in need of a sex therapist, there is preference to of a woman (69%0) and older (30%). Women would rather consult a woman sex therapist, no matter the age. Men would choose opposite sex of any age or older. Authors conclude that there is no completely formed identity for the sex therapist. Unknown through the media, the sex therapist is known through false images and representations, what may damage the daily work off those professionals. By the acceptation that the sex therapist is Graduated in psychologist is not well formed among lay people. This would produce such answers as “talking” as a professional skill for the sex therapist. Roles of other professions and other personal roles are mixed in the professional identity of the sex therapist.

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