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Afetividade e aprendizagem

Título: Afetividade e aprendizagem
Autor(es): M. d. A. R. Caridade
Ano: 1995
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 6
Número: 2
Páginas: 190-196
Tipo de Artigo: Trabalhos de Atualização e Opinativos
ISSN: 0103-6122
Língua: Portuguese

Resumo: A vida se apresenta a nós no fim da eternidade, mas e aprendemos nos instantes especiais em que nos demos conta da existência de que esta- mos inseridos no mundo. Diante de nós esse mundo não cessa de se revelar. Ai cada coisa tem um enigma, um fascínio, uma face a desvendar. Quando nos apercebemos do fenômeno começa a descoberta, o enterneci- cimento e o prazer crescente de conhecer, sentir, descobrir, pensar e partilhar. Instala-se em nós um desassossego epistemológico, que procede tanto desse contato com o mundo externo, como de nossa interioridade, lugar em que nos reencontramos e dentro do qual vemos melhor. Basta lembrar que fechamos os olhos quando queremos ver e sentir mais profundamente. Quando observamos e nós entregamos à experiências, a mente desliza numa comunhão com as coisas, com os fatos com o mistério pasta ao desvendamento. Isso supõe um espreguiçamento do espírito, uma interação viva com o universo. “A existência das coisas terá uma feição original em sua percepção pelos olhos do espírito”, diz Walter Trinca (1), considerando que uma experiência pessoal profunda pode traduzir-se num corpo de conhecimentos, e que uma ciência daí proveniente terá o frescor da vida. (resumo indisponível, trecho do artigo).

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