Vaginismo-Dispareunia

Título: Vaginismo/Dispareunia
Autor(es): M. d. C. d. A. Silva
Ano: 2009
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 20
Número: 2
Páginas: 143-148
Tipo de Artigo: Tópicos
ISSN: 2236-0530
Língua: Portuguese

Resumo: Dentre as atividades sexuais, a penetração (pênis x vagina), é a prática que caracteriza a própria relação sexual. A vinculação é tamanha, que se alguém tem relação utilizando sexo oral ou manipulações genitais, não se percebe ou é percebido, como tendo tido uma relação, mas sim, que houve simplesmente jogos sexuais. A valorização histórica dada à penetração é tão intensa, que as pessoas ou casais envolvidos com tais dificuldades, além dos incômodos físicos e impossibilidades reprodutivas, percebem-se como anormais, inseguros e inferiores aos demais. Processo que progressivamente atinge outras áreas da vida relacional e, pela vergonha e sentimentos de incompetência, faz com que se escondam e convivam com tais problemas por anos, sem que procurem ajuda. Tal fato impede que a freqüência com que estes transtornos ocorrem na população geral, não tenha sido realmente determinada. Segundo Masters e Johnson (1997), em pesquisa realizada com voluntárias de amostragem não clínica, examinadas nos anos de 1970-1980; com faixa etária entre 21 e 40 anos, apresentou-se vaginismo confirmado por exames pélvicos na proporção de uma em cada 20 delas. (resumo indisponível, trecho do artigo).

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