O perfil do educador gaúcho em relação à sexualidade

Título: O perfil do educador gaúcho em relação à sexualidade
Autor(es): I. Berger and C. S. Hutz
Ano: 1999
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 10
Número: 1
Páginas: 89-118
Tipo de Artigo: Trabalhos de Pesquisa
ISSN: 0103-6122
Língua: Portuguese

Resumo: “A sexualidade faz parte da vida e do seu equilíbrio depende a estabilidade emocional do indivíduo. Entre os seres humanos, a sexualidade não diz respeito apenas às funções de reprodução; ela inclui necessariamente o amor e o prazer. O comportamento sexual dos indivíduos varia muito de acordo com as normas e os padrões culturais do seu povo. Assim, hábitos perfeitamente aceitáveis para alguns são absolutamente vedáveis para outros”. As atitudes e o comportamento sexual têm sido objeto de estudo sistemático desde o século XIX. Deve-se a Sigmund Freud o reconhecimento da importância que a sexualidade tem tanto para a vida cotidiana do ser humano como um fator subjacente à psicopatologia. Anteriormente a Freud, o estudo da sexualidade estava centrado efetivamente no distúrbio, no desvio. Mas é somente na segunda metade deste século que ocorre o primeiro esforço de produzir um levantamento sistemático do comportamento humano, com os trabalhos de Kinsey, Hunt e Master e Johnson. (resumo indisponível, trecho do artigo).

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