O exercício da sexualidade em fins do século XX

Título: O exercício da sexualidade em fins do século XX
Autor(es): N. Vitiello
Ano: 1996
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 7
Número: 1
Páginas: 15-30
Tipo de Artigo: Trabalhos de Atualização e Opinativos
ISSN: 0103-6122
Língua: Portuguese

Resumo: Segundo os dados disponíveis, a vida surgiu em nosso planeta há cerca de 4 bilhões de anos. Durante os primeiros 3 bilhões de anos, no entanto, os seres vivos mantiveram-se sob formas bastante rudimentares, que se reproduziam por divisão simples, brotamento ou esporulação. A reprodução ocorria assim de maneira assexuada, isto é, cada indivíduo era capaz de produzir organismos iguais a si mesmo, sem o concurso de um “parceiro”. É o tipo de reprodução que ainda hoje encontramos em organismos primitivos como as amebas, por exemplo. Podemos deduzir ter tido essa forma de reprodução um relativo sucesso, pois a vida se manteve até que surgisse um método mais eficiente. As modalidades assexuadas apresentavam a Grande vantagem de demandar relativamente pouca energia, por não haver necessidade de manter estruturas especializadas para a reprodução nem mecanismos complexos de produção de gametas, busca de parceiros, etc. Ao lado desse fato, porém, a uniformidade e a falta de variedade entre os indivíduos eram notáveis, o que certamente representou uma desvantagem sob o ponto de vista evolutivo. (resumo indisponível, trecho do artigo).

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