Life span perspective in psychogenic impotence: diagnosis and therapy

Título: Life span perspective in psychogenic impotence: diagnosis and therapy
Autor(es): O. M. Rodrigues Jr.
Ano: 1993
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 4
Número: 1
Páginas: 116-118
Tipo de Artigo: Resumo Comentado
ISSN: 0103-6122
Língua: Portuguese

Resumo: A autora produz uma revisão das causas psicológicas para a disfunção eretiva do ponto de vista da abordagem psicodinâmica. Através de sua “experiência clínica” afirma que “uma alta proporção- de homens com queixas eréteis, quando adequadamente questionados, relembram-se de episódios anteriores de impotência aos quais responsabilizou o stress, a ansiedade, a culpa ou mesmo o álcool em pequenas doses, que não são jul- gados como fatores de importância. A autora analisa o significado atual do termo “psicogênico” diferenciando-o do esvaziamento de sentido muitas vezes empregado por pesquisadores que o preenchem pela falta de diagnóstico orgânico ou justificando terapêuticas. Não se esquece a autora de comentar as interferências de emoções, tais como ansiedade, stress crônico ou depressão, tanto na função sexual quanto nos exames orgânicos que visam diagnosticar homens com impotência. Afirma, baseando-se em outros pesquisadores, o quanto podem se enganar profissionais da área médica ao interpretarem erroneamente deter minados resultados de exames em pacientes com situações psicológicas definidas não investigadas e o quanto isto piora o quadro e dificulta futuros tratamentos corretos. Cita alguns casos interessantes, como o de casais complementares sem consumação de casamento, onde homens impotentes tinham, em 31,2% das vezes, parceiras vagínicas. Assim mesmo, já haviam sido “tratados” com injeções intracavernosas de drogas vaso-ativas. Descreve vários fatores tratáveis através de terapia sexual: distúrbios de motivação de agressividade, emergência de fantasias sádicas, medos de destruição e auto-destruição, evitação coital para manutenção de conjugabilidade, hostilidade de casal, atitudes fóbicas, ansiedade de desempenho (incluindo extremos), dependência da televisão e de atividades profissionais. Conclui sobre a multifatoriedade causal para os distúrbios de ereção através do modelo “psicobiológico”, como mais operacional, contra a dicotomia “psicogênico” e “orgânico”. (resumo indisponível, trecho do artigo).

 

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