Cognições, comportamento sexual e AIDS

Título: Cognições, comportamento sexual e AIDS
Autor(es): O. M. Rodrigues Jr.
Ano: 1995
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 6
Número: 1
Páginas: 29-35
Tipo de Artigo: Opinião
ISSN: 0103-6122
Língua: Portuguese

Resumo: Há dez anos, ainda no início da divulgação sobre o síndrome de imunodeficiência adquirida, era comum homens com queixas sexuais virem à consulta com preocupações e ansiedades sobre o desempenho sexual responsabilizando a gonorreia e a sífilis por seus medos sexuais. Embora fáceis de tratar, estar doenças sexualmente transmissíveis serviam para vários pacientes se justificarem de não terem relacionamentos sexuais, fossem fora do casamento ou fossem, no caso de solteiros descompromissados, com quaisquer pessoas. A emoção sendo encoberta por uma justificativa pensada, por uma cognição. Uma cognição encobrindo as dificuldades sexuais e sustentando-as. Comum era ouvir paciente homens com queixas de disfunção eretiva justificarem seu comportamento de esquiva com o “perigo” de contraírem uma doença sexualmente transmissível. O medo aparentemente mudou no mundo do sexo com a divulgação da Aids. As justificativas mudaram! (resumo indisponível, trecho do artigo).

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