Educação sexual e formação de professores de ciências e biologia

Título: Educação sexual e formação de professores de ciências e biologia
Autor(es): Y. B. Yared and G. A. Locks
Ano: 2011
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 22
Número: 2
Páginas: 146-157
Tipo de Artigo: Trabalhos de Congresso
ISSN: 2236-0530
Palavras-chave: professores de ciências e biologia; educação sexual emancipatória; currículo; science and biology teachers; sex education emancipatory; curriculum
Língua: Portuguese

Resumo: Este trabalho é recorte da dissertação desenvolvida no Programa de Pós-Graduação Strictu Sensu em Educação: “A educação sexual na escola: tensões e prazeres na prática pedagógica de professores de Ciências e  Biologia”. Por meio de entrevistas semiestruturas audiogravadas, os dados foram obtidos com seis professoras de Ciências e Biologia de cinco escolas estaduais. Os depoimentos foram analisados qualitativamente – análise de conteúdo – e estabelecidas categorias a posteriori. Os resultados sugerem que a sexualidade ainda é apoiada nas concepções médico-higienista e moral religiosa dogmatizada; uma parcela significativa dos cursos de licenciaturas se circunscreve em paradigmas pedagógicos tecnicistas. Recomenda-se urgente avaliação dos currículos onde se inscreva uma  visão antropológica do ser humano multidimensional, onde a sexualidade não poderá ser omitida/dicotomizada; além da necessidade de se implementar a educação continuada que possibilite o trabalho de uma educação sexual emancipatória onde os sujeitos possam ter a vivência de uma sexualidade mais autônoma e feliz. ; This work is cut out of the thesis developed in the Post-Graduate Stricto Sensu in Education: “Sex education in schools: tensions and pleasures in the pedagogical practice of teachers of Science and Biology”. Through semi-strucctured taped interviews, the data were obtained with  six  of Science and  Biology teachers from  five schools.  The interviews were analyzed qualitatively – analysis of content – and established categories a posteriori. The results suggest that sexuality is still supported in the medical-hygienist conceptions and moral religious dogmatic; a significant portion of undergraduate courses is limited in pedagogical paradigms technicality. We recommend urgent evaluation of curriculum that sing an anthropological vision of the human being multidimensional, where sexuality can not be omitted/dichotomized; besides the necessity to implement continuing education that enables the work of an emancipatory sex education where people can have the experience of sexuality more independent and happy.

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