O sentido das relações amorosas na contemporaneidade

Título: O sentido das relações amorosas na contemporaneidade
Autor(es): A. M. Rabelo and A. L. Francisco
Ano: 2007
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 18
Número: 2
Páginas: 357-364
Tipo de Artigo: Trabalhos de Congresso
ISSN: 0103-6122
Palavras-chave: relações amorosas; contemporaneidade; cultura; subjetividade; psicologia clínica; loving relations; contemporaneity; culture; subjectivity; clinical psychology
Língua: Portuguese

Resumo: Este artigo tem como objetivo compreender o sentido das relações amorosas na contemporaneidade. Para tanto faremos uma reflexão sobre o que significa amar na atualidade, enfocando algumas transformações ocorridas nas relações amorosas, enfatizando que a forma como estas relações se configuram está intimamente vinculada à paisagem social, cultural e subjetiva da qual fazem parte. Mostraremos que a contemporaneidade é caracterizada por uma cultura que privilegia a maximização do prazer, as relações descartáveis, a luta contra o tempo, a alta competitividade e o consumismo. Salientaremos que a contemporaneidade tem produzido uma subjetividade construída com base na falta de referências. Evidenciaremos que as relações humanas estão cada vez mais frágeis, esperando que o aprofundamento desta temática possa contribuir para situar o papel do psicólogo clínico neste contexto. ; This article's objective is to understand the meaning of contemporaneity's loving relations. For that we will make a reflection on what it means to love in the present time, focusing on some transformations that have occurred in loving relations, emphasizing that the way these relations configure are closely tied with the social, cultural and subjective landscape of which they are part of. We will show that contemporaneity is characterized by a culture that privileges and maximizes pleasure, detachable relationships, fight against time, high competitiveness and high consumism. We will point out that contemporaneity has produced a subjectivity constructed on the lack of references,  as well as evidence  that these human relations are becoming more fragile as time passes, waiting that the deepening of this thematic  can contribute to point out the roll of clinical psychologist in this context.

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